34ª Casa de Criadores - Palestras

23 outubro


Hey gente! ♥
Antes de mostrar o terceiro dia da 34ª Casa de Criadores, as fotos do backstage, da beleza e do street style, a Grazi assistiu e fez um resumo do que rolou nas palestras que ocorreram durante o evento! Como ela só colocou o essencial para o post não ficar muito extenso, vocês podem ter uma noção dos assuntos e pesquisar mais a fundo o que interessar a cada um de vocês! Bora ver? :3

1º Dia de Palestras - 15/10

"Coolhunting" (Palestrante: Clarissa Araujo)

A palestra ministrada por Clarissa Araujo (WGSN), na terça feira dia 15 de outubro, explicou as características do coolhunting. Para trabalhar com tendências é necessário saber o que as pessoas gostam de consumir, observar e encontrar um padrão (elementos que se repetem), buscar referências não só na moda, mas também na arquitetura e no design, e a análise do comportamento e da estética. As tendências nascem de um ciclo: influencers – early adopter – trend setter – mainstreem.
Foram apresentados trechos do filme “O Diabo veste Prada” e o trailler do Documentário Influencers (clique aqui).
O “coolhunting” estuda a necessidade humana básica, contexto social (grupo em que pertence), expressões, tendência e movimentos (fazer diferente). A função do coolhunting é entender a tendência, o ambiente e as pessoas, para assim fazer uma busca antecipada de analise de padrão, observando o que as pessoas querem e o local onde vivem.



"A moda está na arte?" (Mesa Redonda)
Afonso Luz, Alexandra Farah, Evilásio Miranda e Karlla Girotto com mediação de Kathia Castilho.

A mesa abre a discussão com Alexandra Farah dizendo que moda é cultura, arte aplicada, e que essas duas expressões se aproximam. É necessário estudar, ler literatura, observar o que está a sua volta, pois criatividade está no entendimento social e cultural.
Para Evilásio Miranda, a moda e a arte se encontram em alguns momentos, mas a moda é um mercado, um negócio.
Karlla disse que moda é moda e arte é arte. Observar a moda como negócio, mas ter criatividade, pois é esse elemento que vende. É necessário criar um território de mercado econômico, próspero e produtivo, e também entender como o mundo está vivendo.
Afonso Luz concordou com Evilásio, enfatizando que há momentos em que a moda e a arte se encontram, mas que o estilista não deve se esconder nem atrás da moda e nem atrás das artes, pois a arte também é efêmera. Para ter sucesso é necessário usar recursos, antecipar problemas, solucioná-los antes dele realmente existir.




"Mídias Digitais" (Mesa Redonda)
Bia Perrot, André do Val, Karina Kotake e Lalai com mediação de Kathia Castilho.

Bia Perrot, blogueira do “Achados da Bia”, abre a discussão da mesa dizendo a importância de entender o cliente e ter uma equipe. Menciona sobre os blogs de moda que também são utilizados como meios de comunicação, afinal as marcas fecham parcerias com os blogs para gerar venda, por isso o look do dia: porque mulheres consomem o que outras mulheres vestem. Não há muitos blogs de moda para homens porque os homens compram quando realmente precisam, são mais racionais na hora de comprar roupas, sapatos e acessórios.
André fala da hierarquia necessária para o sucesso e a importância de não pular nenhuma delas, pois é imprescindível ter o produto para depois pensar no marketing e em seguida partir para a comunicação. O que se quer comunicar? É essencial interagir com o cliente e ficar sempre ligado, pois a tendência da tecnologia muda o tempo inteiro. Principais meios de comunicação: Twitter, Tumblr, Instagram, Pinterest, Youtube, Google + e Facebook.
Dica: seja sempre você mesmo, não tenha medo de xoxo ou unfollow, não seja refém de likes, cuidado com hashtags (elas ajudam, mas também podem atrapalhar se em excesso ou usadas de formas inadequadas).
Em seguida a palestrante Karina abre a discussão para “Ferramentas Digitais”, dizendo que é uma oportunidade de sucesso para o profissional se usada corretamente. Usar essas ferramentas como mercado de trabalho, desenvolver o produto e como será a venda (crowdsoucing, co-criação, e-commerce, f-commerce), como se comunicar e observar a captação de recursos. É importante ter um conteúdo relevante, sem (SEO + links patrocinados e utilizar as mídias como Facebook Ads, Banner...)
Para Lalai há premissas básicas que devem ser seguidas: objetivo da marca, conhecer seu público e linguagem (tom e voz da marca). É importante não fazer de qualquer jeito, ter “jogo de cintura” para responder ao xoxo e definir as redes sociais. Ela menciona que relacionamento é imprescindível, criar empatia e entretenimento, integrar todas as redes sociais, criar relacionamentos e parcerias, direcionar tudo para o e-commerce.



2º Dia de Palestras - 16/10


"Moda Sustentável: Utopia ou Relidade?" (Palestrante: Chiara Gadaleta)

A marca precisa ter o pensamento colaborativo, ação e interdependência, ser ecologicamente correta, socialmente justa, economicamente viável, culturalmente apropriada e ter cuidado tanto com o pré-consumo quanto o pós-consumo. Ética, estética e consciência: respeito, reciclagem e reaproveitamento. Utilizar materiais orgânicos, comércio justo (direitos humanos, condições do trabalho), valorizar habilidades sociais (habilidades locais, artesanato e design), tingimento ecológico, usar materiais que não envolvam crueldade animal, reutilizar o que seria descartado, não ter desperdício, upcycling. Coloque sua marca e divirta-se encontrando soluções. Clique aqui para ver mais.



"Moda Inclusiva" (Mesa Redonda)
Camila Yahm, Daniela Auler, Denise Ferreira, Julia Sato e Mario Queirós com mediação de Kathia Castilho

Julia abriu a discussão dizendo que participou do concurso Moda Inclusiva, onde desenvolveu roupas de crianças com deficiência visual. É preciso que a roupa seja estética, viável para todos. Denise é cadeirante, trabalha como modelo e tem um blog de moda e beleza (clique aqui para ver); e mencionou que pessoas com deficiência consomem, gostam de moda e de usar o que está na moda. É necessário criar um peça utilizável para todos, mas com detalhes que facilitem a usabilidade da pessoa portadora de necessidades especiais. Para Camila a indústria da moda precisa olhar para esse público. Mario diz que é preciso olhar para esse público, estudar, ter conhecimento, saber sobre as dificuldades e nunca subestimá-los.


 

"Jovem Estilista X Mídia" (Mesa redonda)
Jorge Wakabara, Lilian Pacce, Alberto Hiar e Camila Yahn com mediação de Kathia Castilho.

Camila diz que o jovem estilista precisa ter ideias inovadoras e um release claro e objetivo, que mostre o trabalho com respeito, com boas imagens e um bom texto. É importante saber que público quer atingir. Para Lilian, o jovem estilista tem a oportunidade de ousar, exercitar a criatividade, buscar um caminho próprio, pois a moda é emoção, desejo e o sucesso é um caminho longo e muito difícil de se manter: ter um objetivo, usar as redes sociais e ter em mente que grandes ideias às vezes nascem de crises.
Alberto diz para o jovem estilista explorar os pontos fortes para chamar a atenção da mídia, mostrar a identidade e o conceito da marca. Com inovações (técnicas diferenciadas em tecidos diferentes), fazer uma coleção atraente e ter um amplo repertório de conhecimento, pois o mercado é competitivo. Jorge diz que o release tem que ter criatividade no material e na imagem, fazer diferente. O jornalista sempre irá pensar no leitor, e fará criticas tanto boas quanto ruins.



Tcharã! Gostaram dos temas abordados? Quais mais interessam a vocês?
Voltem que amanhã tem look do dia especial por aqui ;*

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1 comentários

  1. Ah, isso tudo deve estar sendo maravilhoso não é mesmo? *--*

    isabelefarias.blogspot.com.br

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